Trinta dias da morte do seu Pedro Paulo Pego o marceneiro desbravador da grande São Pedro

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Pedro Paulo Pego nasceu em 19/09/1951 em Colatina aonde aprendeu a profissão de serralheiro de madeira, trabalho no primeiro emprego na madeireira São Silvano em Colatina.

André Brandino criança com o pai, a mãe e a irmã

Veio para Vitória em 1982 aqui montou sua marcenaria criou os quatro filhos André brandino Pego que hoje é Vereador de Vitória, a filha Alessandra Brandino Pego que é técnica de enfermagem e funcionário efetiva da Prefeitura de Vitória.

O outro filho Adelson Brandino Pego que também é dono de empresa de reciclagem e por último o filho mais novo Anderson Brandino Pego que é serralheiro de alumínio e vidraceiro.

Pedro Paulo Pego ele trabalhou na Grande São Pedro chegando na época da fundação praticamente no início do bairro São Pedro quando eram as pinguelas de madeira da região sofrida ao longo do crescimento da região sua família também foi crescendo e sempre apoiando os filhos inclusive o André Brandino Pego que hoje é Vereador e toda sua família fortalecendo as causas sociais.

Legado

André Brandino diplomado orgulho para seu Pedro Paulo Pego

Foi um empreendedor no ramo da marcenaria, formando vários profissionais que passaram e aprenderam com ele e deixou um grande legado de amor e carinho e atenção com aqueles que o procuravam.

Seu Pedro Paulo Pego e a paixão pela a Marcenaria

Carinhoso

Pedro Paulo Pego era
conhecido como seu Pedro marceneiro viveu boa parte da sua vida na Grande São Pedro e nos deixou no dia 26 de Maio de 2023.

Chegou em Vitória em 1982, católico, trabalhou muito ao lado dos padres construiu muito móveis para as igrejas católica inclusive os bancos várias igrejas da igreja São Pedro tem sua digital.
O santuário a Basílica de Santo Antônio recebeu também obras de Pedro Paulo Pego, a escola Ludovico Pavoni também teve seu serviço prestado por ele enquanto marceneiro reconhecido.

Pedro Paulo Pego era um Católico de natureza

Memória Viva                                                                                                                                                                                                                                                  Depois de sua morte os filhos resolveram não desmanchar a marcenaria para manter viva a lembrança do seu legado e também das histórias que ali passaram.

A família estuda a possibilidade de abrir o local para visitação pública.