Nova pesquisa mantém Pazolini na liderança da corrida eleitoral de 2024

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Dois dos quatro prefeitos de capitais da região Sudeste lideram os levantamentos feitos ao longo de 2023, enquanto outros dois mandatários vivem cenários mais desafiadores para se manterem no posto, de acordo com o agregador de pesquisas Ipespe Analítica.

Os dados da ferramenta incluem 25 das 26 capitais das cinco regiões do país para as quais foram divulgadas pesquisas de intenção de voto para as eleições municipais de 2024.

Lorenzo Pazolini (Republicanos), em Vitória, e Eduardo Paes (PSD), no Rio de Janeiro, são os dois prefeitos da região mais populosa do país que lideram as pesquisas, conforme o agregador desenvolvido pela equipe doutor em ciência política Vinicius Silva Alves, diretor do Ipespe Analítica. As informações foram antecipadas pela CNN.

 

Camila Valadão

Em Vitória, Pazolini tem apoio de 33% do eleitorado, conforme o agregador, ante 20% do ex-prefeito João Coser (PT). O atual gestor da capital capixaba foi eleito com apoio do bolsonarismo, mas o PL pode lançar o deputado estadual Capitão Assumção, que aparece em terceiro, com 11%.

João coser e Pazolini

Vitória
Lorenzo Pazolini (Republicanos) – 33%
João Coser (PT) – 20%
Capitão Assumção (PL) – 11%
Camila Valadão (PSOL) – 9%
Luiz Paulo (PSDB) – 9%

Entre os partidos, o Republicanos tem a liderança do agregador em duas das quatro capitais, incluindo a reeleição do prefeito de Vitória. PSD e PSOL têm a liderança no Rio de Janeiro e São Paulo, respectivamente, e o primeiro ainda espera melhorar a performance do prefeito de Belo Horizonte. Mesma expectativa vive o MDB de Ricardo Nunes na capital paulista.

 

Capitão Assunção boa colocação na pesquisa

A pesquisa
O agregador de pesquisas desenvolvido pelo Ipespe Analítica é um algoritmo que projeta a intenção de voto para prefeito a partir de levantamentos feitos por diversos institutos. Não é apenas somar os números e obter uma média.

A metodologia usa estatística bayesiana e técnicas de aprendizado de máquina (machine learning). Leva em conta, por exemplo, o período em que as entrevistas foram feitas – quanto mais recentes, maior o peso no cálculo –, assim como o histórico dos institutos.

 

 

 

Luiz Paulo disputa pelo o PSDB

Trata-se de uma fotografia mais precisa do cenário eleitoral, quando comparado às pesquisas de forma individual. Isso porque, como ainda se trata de pré-candidaturas, pode haver diferença na lista de nomes apresentados aos entrevistados. Além disso, o agregador atualiza os dados tão logo seja divulgada uma nova pesquisa e permite a comparação ao longo do tempo na série histórica.

 

Fonte: Eshoje